mercredi, juillet 11, 2007

Não lembro como a conversa começou, também não lembro o dia.
Lembro de quando me ligou pela primeira vez, quinta-feira, 5 de julho.
No exato instante em que estacionei o carro.
Coincidência? Provavelmente.
Lembro também de quando ligou na sexta no exato instante em que abri a porta do carro para buscar o celular que havia esquecido lá dentro.
Foram oito ligações no total. Até sábado.
Quando nos encontramos quase as duas da tarde.
Nos despedimos depois da meia-noite.
Pode alguém se apaixonar tão perdidamente em dois dias, oito telefonemas e 10 horas?

Eu posso. Ai como posso.